é aqui que eu deixo fluir a imaginação

Quem eu sou

Meu nome é Maria Luísa Cotta Neves, tenho 18 anos e sou de Belo Horizonte, MG. Curso atualmente Comunicação Social com ênfase em Publicidade na UFMG, embora tenha uma imensurável vontade de contradizer todas as expectativas que me recaem e, assim, seguir meu caminho na faculdade de Cinema. A coragem para tal me falta, razão essa que me faz prezar, por enquanto, pela segurança dos anúncios publicitários.

Além disso, a paixão pela escrita me acompanha desde cedo; tenho histórias guardadas que eu escrevi logo pelos quatro anos de idade. Sempre fui apaixonada por livros – aprendi a ler e a escrever com três anos e, até hoje, não parei e nunca pretendo parar. Adoro criar e recriar a realidade; adoro expor no papel meus pensamentos em narrativas. diálogos e metáforas. Meu gosto está na simples capacidade de poder, de uma maneira tão subjetiva, permitir ao outro viver tanto.

Por que "storyteller"?

Há algum tempo, apresentei um antigo portfólio em uma entrevista de estágio e recebi em contrapartida a seguinte pergunta: "por que você se considera uma desginer gráfica?".

Improvisei-me a resposta com o que minha mente fora capaz de buscar, ali, de prontidão; mas a pergunta não me abandonou ao sair da sala. Afinal, eu não me considerava uma designer gráfica. O portfólio que eu tinha em mãos não englobava nem metade das coisas que eu era capaz de fazer e, por isso, não definia o meu melhor perfil.

Deixei a entrevista pensando na concepção que eu tinha de mim – e do que eu gostaria de fazer da vida.

A conclusão a que cheguei fora, a mim, a mais óbvia de todas: eram as histórias que mais me completavam a felicidade; elas, ao contrário do simples fazer pelo fazer, traziam alguma substância ao meu conteúdo. Eu não gostaria de criar pelo simples ato de criar; – eu gostaria de criar metáforas, metáforas essas que vos contem mil e um significados para além da mera aparência. Essa era a pessoa que eu gostaria de ser.

Assumi-me uma storyteller como alguém que, em tudo, só planeja contar uma história. Seja através dos livros que escrevo, ou dos meus pensamentos que transcrevo, dos vídeos que pretendo gravar, das fotos que me ponho a tirar – seja como for, que se faça de uma ideia, poesia. E que se conte uma história por trás de todas as formas com que se cria.

por Malu Cotta, no fabuloso ano de 2016

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